Datena também comentou à respeito das fake news e estar “de saco cheio” disso. Ao analisar bem a imagem, tirou sarro outra vez: “Ficou legal, vou pensar na mudanças das cores do programa, legal o vermelho”.
Os primeiros arrependimentos do apresentador ao ser um apoiador e defender arduamente o presidente começaram quando o presidente da Caixa falou que a emissora Band estava querendo dinheiro do governo. Para Datena, isso denigre a imagem da emissora que fica bajulando e apoia o presidente desde quanto iniciou seu mandato.
“Sob uma possível demissão”, o apresentador contou que jamais quis propagandear o presidente e as quais já fez, foi porque “era contrato”. Após tentar dar uma justificativa, Datena disse não querer entrevistar Bolsonaro. “Nunca mais”, disse o apresentador do Brasil Urgente, da Band.